“Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há ninguém que ajude”.
“... a angústia está perto”. (Davi, Salmo 22)
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Quem poderia, por mais eloquência que possuísse, definir angústia? Angústia não se define, no máximo, se conceitua. Porque o conceito é individual e fortemente subjetivo, como individual e subjetiva é a angústia.
Só mesmo aqueles que já tiveram um amargo encontro com ela pode dizer o que ela é; com o que se parece e que tipos de violência pode cometer contra o ser humano.
Ainda assim, ela se parecerá diferente para nós, quando passarmos por experiências semelhantes. Sem dúvida, a maioria de nós já teve esse encontro. Quão variadas foram as nossas impressões acerca desse “ente” que está perto! Está tão perto que, por vezes, sentimos sua respiração ofegante e concluímos que, a qualquer momento, tentará atacar-nos, sufocando-nos e causando-nos sofrimentos insuportáveis.
Seria uma deusa do mal, concebida por mentes sado-masoquistas e solta no mundo? Ou por um ser tão mau quanto ela, deixando-a solta por séculos e séculos perturbando seres tão frágeis e mortais? Deusa ou não, possui um atributo sobrenatural que é a onipresença. Em todos os quadrantes da terra é facilmente encontrada. Há lugares que lhe são preferidos, onde os semblantes dos que por ela foram atingidos expressam todo mal capaz de provocar.
Aliadas a esse perfil tenebroso, a Angústia possui muitas amigas que, por sinal, abrem-lhe passagem, estendem-lhe tapete vermelho, tocam-lhe trombetas e oferecem-lhe todas as honrarias de uma figura ilustre. São elas: a Saudade, a Solidão, a Paixão, a Decepção e, a mais tenebrosa delas, a Morte!
Quem não foi vítima ainda desses “entes” tão vivos quanto a vida, ainda não nasceu. Pois todos que vivemos, somos alvos vulneráveis. É preciso deixar claro, no entanto, que esses seres invisíveis possuem características bem semelhantes; portanto, se conseguirmos impedir que a Saudade, a Solidão, a Paixão, a Decepção e, por fim, a morte nos atinja, conseguiremos também neutralizar a atuação da tão famigerada Angústia. Como podemos ver, é uma missão impossível. Faz-se necessário aprender a conviver com ela.
Nos identificamos com o apelo do salmista Davi a Deus e também suplicamos: "Não se distancie de mim. Fique por perto. Não vá para longe, pois a Angústia está perto e não há quem me ajude. Se eu puder senti-lo bem perto, certamente me tornarei mais forte e com mais ânimo para continuar. Vou me sentir tão seguro quanto uma fortaleza e como um imponente castelo medieval, serei quase invulnerável. Então o Senhor será meu escudo contra a Solidão, presença que aniquilará com a Saudade, pureza que esmagará toda Paixão, apoio contra a Decepção, e vida que suplante a Morte.
Só mesmo aqueles que já tiveram um amargo encontro com ela pode dizer o que ela é; com o que se parece e que tipos de violência pode cometer contra o ser humano.
Ainda assim, ela se parecerá diferente para nós, quando passarmos por experiências semelhantes. Sem dúvida, a maioria de nós já teve esse encontro. Quão variadas foram as nossas impressões acerca desse “ente” que está perto! Está tão perto que, por vezes, sentimos sua respiração ofegante e concluímos que, a qualquer momento, tentará atacar-nos, sufocando-nos e causando-nos sofrimentos insuportáveis.
Seria uma deusa do mal, concebida por mentes sado-masoquistas e solta no mundo? Ou por um ser tão mau quanto ela, deixando-a solta por séculos e séculos perturbando seres tão frágeis e mortais? Deusa ou não, possui um atributo sobrenatural que é a onipresença. Em todos os quadrantes da terra é facilmente encontrada. Há lugares que lhe são preferidos, onde os semblantes dos que por ela foram atingidos expressam todo mal capaz de provocar.
Aliadas a esse perfil tenebroso, a Angústia possui muitas amigas que, por sinal, abrem-lhe passagem, estendem-lhe tapete vermelho, tocam-lhe trombetas e oferecem-lhe todas as honrarias de uma figura ilustre. São elas: a Saudade, a Solidão, a Paixão, a Decepção e, a mais tenebrosa delas, a Morte!
Quem não foi vítima ainda desses “entes” tão vivos quanto a vida, ainda não nasceu. Pois todos que vivemos, somos alvos vulneráveis. É preciso deixar claro, no entanto, que esses seres invisíveis possuem características bem semelhantes; portanto, se conseguirmos impedir que a Saudade, a Solidão, a Paixão, a Decepção e, por fim, a morte nos atinja, conseguiremos também neutralizar a atuação da tão famigerada Angústia. Como podemos ver, é uma missão impossível. Faz-se necessário aprender a conviver com ela.
Nos identificamos com o apelo do salmista Davi a Deus e também suplicamos: "Não se distancie de mim. Fique por perto. Não vá para longe, pois a Angústia está perto e não há quem me ajude. Se eu puder senti-lo bem perto, certamente me tornarei mais forte e com mais ânimo para continuar. Vou me sentir tão seguro quanto uma fortaleza e como um imponente castelo medieval, serei quase invulnerável. Então o Senhor será meu escudo contra a Solidão, presença que aniquilará com a Saudade, pureza que esmagará toda Paixão, apoio contra a Decepção, e vida que suplante a Morte.

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